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	<title>Jornal Pelicano &#187; Mundo</title>
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	<description>O Jornal da EFOMM</description>
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		<title>Naufrágio do transatlântico Costa Concórdia</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 23:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Al. Gicelle Quintão</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Costa Concórdia]]></category>
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		<description><![CDATA[O mar tem os seus segredos e perigos, se o comandante do navio não tiver a experiência, prudência, competência e responsabilidade necessária, acidentes graves podem acontecer como ocorreu, infelizmente, com o transatlântico Costa Concórdia, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-36277" title="size_590_Costa_Concordia" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2012/02/size_590_Costa_Concordia4-300x225.jpg" alt="size_590_Costa_Concordia" width="300" height="225" /><img class="aligncenter size-medium wp-image-36276" title="costa_concordia" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2012/02/costa_concordia3-300x192.jpg" alt="costa_concordia" width="300" height="192" />O mar tem os seus segredos e perigos, se o comandante do navio não tiver a experiência, prudência, competência e responsabilidade necessária, acidentes graves podem acontecer como ocorreu, infelizmente, com o transatlântico Costa Concórdia, na Itália.</p>
<p><em>O navio</em><br />
Construído pelo estaleiro Fincantieri &#8211; Cantieri Navali Italiani S.p.A. e operado pela companhia italiana Costa Cruzeiros, o Costa Concórdia navegava há apenas 6 anos. Na cerimônia de inauguração, a garrafa de champanhe &#8211; que tradicionalmente é lançada de encontro ao casco do navio como forma de &#8220;batismo&#8221; &#8211; não se quebrou, o que para os supersticiosos é um sinal de má sorte.</p>
<p>Era um navio de cruzeiro voltado para a diversão, desporto de lazer e descanso, mais de 500 cabines, dispunha de varandas voltadas para o mar, a área para esportes ocupava uma área total de quase 2000 m², tinha 13 bares e simulador de corridas de Fórmula 1.</p>
<p>O Costa Concórdia tinha lotação para cerca de 4890 pessoas (3780 passageiros e 1110 tripulantes) e dispunha de 26 botes salva-vidas. Naufragou em 13 de janeiro de 2012, após ter se chocado contra rochas junto à ilha de Giglio, gerando 32 vítimas entre mortos e desaparecidos além dos milhares de feridos.</p>
<p>O Costa Concórdia adotava rígidas especificações em suas operações com o objetivo de proteger o meio ambiente, mantendo o ar e o mar limpos. No entanto, tais padrões de segurança ambiental não são válidos para casos de acidente assim, o navio ameaça jogar toda a sua gigantesca carcaça e 2,3 mil toneladas de combustível para o fundo do mar, numa região que é uma reserva ecológica.</p>
<p><em>A causa do acidente: uma saudação aos moradores de Giglio</em><br />
Afirma-se que o comandante do navio quis saudar os moradores da ilha, por isso teria se aproximado tanto da costa. Tal informação é confirmada por Giussepe Tievoli, morador da ilha de Giglio e pai do chefe dos garçons, disse que seu filho lhe havia telefonado para avisar que o Costa Concórdia passaria rente à orla da ilha e buzinaria como forma de saudação. &#8220;O navio obviamente chegou perto demais&#8221;.</p>
<p><em>O comandante</em><br />
Segundo alguns passageiros, o comandante Francesco Schettino era boêmio, só queria estar nos bares, cercado por mulheres e que ele estaria jantando com os passageiros quando ocorreu o acidente e que ele teria sido o primeiro a abandonar o navio.</p>
<p>Muitos passageiros apontam a negligencia do comandante como a única causa do acidente e que “ainda que tivesse havido uma falha do sistema de navegação um marinheiro experiente teria de saber que é, no mínimo, traiçoeiro navegar àquela distância da costa”, observou o passageiro Rui Almeida. Francesco Schettino tentou se defender, negando que tenha havido imprudência na sua aproximação da ilha ou que ele tenha abandonado a embarcação, chegando a dizer que o rochedo não está assinalado nas cartas marítimas, fato esse muito pouco provável de ser verdade.</p>
<p>A situação de Schettino está realmente complicada, segundo Rui Almeida “a própria tripulação técnica, os imediatos e os restantes elementos, duvidam da argumentação do comandante” que só é defendido pela família e pela companhia de cruzeiros. Schettino é, segundo a procuradoria de Grosseto, o vilão da história, ainda que as investigações estejam longe do fim. Ouvido durante horas, no sábado dia 17, ficou detido por “naufrágio, homicídio múltiplo e abandono do navio”. O procurador Francesco Verusio considera que fez uma “aproximação muito desajeitada a Giglio”, tendo por consequência o choque do navio contra o rochedo que o perfurou.</p>
<p>A empresa Costa Cruzeiros informou que prestará toda a assistência necessária a Schettino, &#8220;mas precisamos admitir os fatos, e não podemos negar uma falha humana&#8221;, afirmou o executivo-chefe Pier Luigi Foschi. &#8220;Esses navios são super-seguros. É um fato excepcional, que foi imprevisível&#8221;, afirmou. Foschi disse que os navios da companhia são proibidos de chegar a menos de 500 metros da costa de Giglio. Investigadores dizem que a embarcação bateu em rochas a apenas 150 metros da ilha, mas segundo Schettino, o Costa Concórdia estava na distância regulamentar.</p>
<p>Em nota, Bruno Leporatti, advogado de Schettino, disse que o comandante está &#8220;arrasado, perturbado e entristecido com a perda de vidas&#8221;, mas considera que conseguiu salvar muitas vidas ao realizar uma difícil manobra de emergência com as âncoras depois do acidente, o que deixou o barco mais perto da costa.</p>
<p>Há acusações de que a tripulação e os tripulantes não teriam treinamento necessário para abandonar o navio. Foschi as nega mesmo tendo ocorrido cenas de pânico e caos depois da colisão. Havia a bordo cerca de 1.020 tripulantes de 38 países, mas a maioria trabalhava com alimentação e entretenimento, sem experiência específica com assuntos navais.</p>
<p><em>Vítimas</em><br />
Apesar das várias horas de caos que se seguiram ao acidente e às denúncias de falhas nas operações de salvamento, a maioria dos 4,2 mil passageiros e tripulantes conseguiu se salvar, inclusive os 57 brasileiros que estavam a bordo, no entanto houve 32 vítimas.</p>
<p>Foschi chamou os tripulantes de &#8220;heróis&#8221; e disse que eles reagiram corretamente. &#8220;Tivemos de retirar mais de 4,2 mil pessoas em circunstâncias difíceis, então toda a operação levou mais de duas horas. A razão para isso é que a inclinação do navio não nos permitiu usar ambos os lados para retirar as pessoas.&#8221;</p>
<p>Um especialista em resgates que está em Giglio disse, sob anonimato, que o navio está claramente se mexendo, depois de inicialmente ficar imobilizado nas pontas das rochas. O mar agitado pode deixar os destroços à deriva, o que seria &#8220;um grande problema&#8221;, segundo ele.</p>
<p>O barco está apoiado numa lâmina de cerca de 20 metros de água, mas pode cair a até 130 metros caso se solte das rochas. O bombeiro Cari disse que a equipe de resgate não consegue ouvir ruídos de possíveis sobreviventes dentro do navio semissubmerso. &#8220;Obviamente, quanto mais o tempo passa, há menos possibilidade de encontrar alguém com vida&#8221;, afirmou.</p>
<p><em>Fontes</em><br />
Wikipedia<br />
O País<br />
G1</p>
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		<title>Conhecendo melhor alguns hinos da Marinha</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 17:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Al. Teddi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[cisne branco]]></category>
		<category><![CDATA[hinos]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos se emocionam ao ouvirem e vibram ao cantar os hinos da EFOMM, da Marinha Mercante e o Cisne Branco, mas será que todos realmente entendem as letras das canções? Sabem ao certo o que é <em>singrar</em> ? Ou o que seria <em>escopo</em>?</p>
<p>Para melhor compreendermos o vocabulário das canções, segue uma breve explicação dos significados das palavras em destaque em cada verso.</p>
<p><em>&#8220;<strong>Singrar</strong> o mar imenso e fascinante&#8221;</em> : É o mesmo que velejar, ou atravessar os mares, mas também pode ser usado em outras construções como em &#8220;O foguete singrou o espaço&#8221;.</p>
<p><em>&#8220;É o <strong>escopo</strong> dos alunos da Mercante&#8221;</em> e <em>&#8220;No seu <strong>escopo</strong> audácia e ventura&#8221;</em> : Esse termo aparece em ambos os hinos da EFOMM e da Marinha Mercante, nesses respectivos versos, e significa propósito ou objetivo.</p>
<p><em>&#8220;Nas <strong>tormentas</strong>, na guerra e na bonança&#8221; </em>: Tempestade violenta.</p>
<p><em>&#8220;Nas tormentas, na guerra e na <strong>bonança</strong>&#8220;</em> : Estado do mar propício à navegação, principalmente depois de uma tempestade.</p>
<p><em>&#8220;Escoltaremos o nosso amado <strong>pavilhão</strong>&#8221; </em>e <em>&#8220;Segue ostentando fiel <strong>pavilhão</strong>&#8221; </em>: Outro termo presente em ambos os hinos da EFOMM e da Marinha Mercante, significa Bandeira ou Estandarte.</p>
<p><em>&#8220;Em sua<strong> esteira</strong> saudade e lembrança&#8221;</em> : É o rastro que deixa o navio por onde passa, o sulco.</p>
<p><em>&#8220;Trazem no peito o seu <strong>galardão</strong>&#8221; </em>: A recompensa de serviços importantes, a glória,a honra ou um prêmio.</p>
<p><em>&#8220;Linda <strong>galera</strong> que em noite apagada&#8221; </em>: Navio mercante de dois ou três mastros a remos e à vela, também serve para designar embarcações de três mastros, armados à redonda.</p>
<p><em>&#8220;Dada por finda a nossa <strong>derrota</strong>&#8221; </em>: Rumo ou direção que leva o navio, sua rota.</p>
<p>Bibliografia: Dicionário Online de Língua Portuguesa Michaelis;<br />
Hinário</p>
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		<title>Petrobras fecha contrato para 8 navios e anuncia mais 20</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 11:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;Escritor não definido&#62;</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Petrobras fechará nos próximos dias com o estaleiro Eisa contrato para a construção de oito navios para transporte de produtos de petróleo &#8211; a última encomenda da segunda fase do Programa de Modernização e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras fechará nos próximos dias com o estaleiro Eisa contrato para a construção de oito navios para transporte de produtos de petróleo &#8211; a última encomenda da segunda fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota (PROMEF 2).</p>
<p>Com o final desta etapa e a entrega do primeiro petroleiro construído no âmbito do programa, prevista para a próxima semana, a estatal deve anunciar em seguida a terceira fase do PROMEF, com a encomenda de mais 20 navios, afirmou nesta segunda-feira Sérgio Machado, presidente da Transpetro, subsidiária da Petrobras para logística.</p>
<p>Segundo Machado, Petrobras e Eisa chegaram a um consenso sobre o preço dos oito navios e faltam apenas &#8220;alguns acertos técnicos&#8221; para a conclusão do contrato.</p>
<p>&#8220;Já encerramos a fase de negociação comercial&#8221;, disse ele a jornalistas após participar de evento organizado pela indústria naval, em Niterói, região metropolitana do Rio.</p>
<p>Representantes da indústria naval já tratam o negócio como fechado. &#8220;A informação que tive nesta manhã é que os dois fecharam acordo&#8221;, afirmou o presidente do Sindicato da Indústria de Construção e Reparação Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha.</p>
<p>Com o contrato fechado junto ao Eisa para a construção de oito navios para o transporte de derivados de petróleo, a Petrobras encerra as encomendas de 49 navios previstos nas duas fases do Promef.</p>
<p><a href="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/11/navio2.jpg" class="lightwindow"><img class="aligncenter size-full wp-image-33202" title="navio2" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/11/navio2.jpg" alt="navio2" width="600" height="485" /></a></p>
<p>Localizado no Rio de Janeiro, o estaleiro Eisa, do grupo Synergy, poderá dividir a encomenda com o estaleiro Mauá, do mesmo grupo, localizado em Niterói, disseram os presidentes da Transpetro e do Mauá, Manoel Ribeiro.</p>
<p>Os primeiros 41 navios encomendados demandaram investimentos de 9,6 bilhões de reais e estão sendo feitos nos estaleiros Atlântico Sul (EAS), Promar, Mauá, Superpesa e o mesmo Eisa. Onze navios estão sendo construídos no Rio de Janeiro e outros 30 em Pernambuco pelos estaleiros Atlântico Sul e Promar.</p>
<p>O programa de construção naval da Transpetro é um dos principais projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal.</p>
<p>A terceira fase do programa naval está incluída no plano de negócios da Petrobras para os próximos cinco anos, disse Sérgio Machado. Segundo ele, o PROMEF 3 deve ser lançado entre o final deste ano e o início de 2012.</p>
<p>Mas antes de lançar mais uma etapa do PROMEF, o presidente da estatal espera a conclusão e entrega definitiva das primeiras embarcações. O navio Celso Furtado, segundo ele, concluiu testes neste domingo e deve entrar em operação na próxima semana. Em seguida deve ficar pronto o navio João Cândido, construído em Pernambuco.<br />
(Fonte:Reuters/Sabrina Lorenzi)
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/11/petrobras-fecha-contrato-para-8-navios-e-anuncia-mais-20/navio2-2/' title='navio2'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/11/navio2-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="navio2" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/11/petrobras-fecha-contrato-para-8-navios-e-anuncia-mais-20/navio3/' title='navio3'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/11/navio3-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="navio3" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/11/petrobras-fecha-contrato-para-8-navios-e-anuncia-mais-20/navio1/' title='navio1'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/11/navio1-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="navio1" /></a>
</p>
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		<title>Base marítima de apoio a plataformas vai gerar mil empregos em Itapemirim &#8211; ES</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 11:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adapt. Of. Al. Willian Cavalcante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empresários americanos do grupo Edison Chouest, empresa que presta serviço de offshore para plataformas de petróleo, vão se reunir na próxima sexta-feira (28) com o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), para detalhar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresários americanos do grupo Edison Chouest, empresa que presta serviço de offshore para plataformas de petróleo, vão se reunir na próxima sexta-feira (28) com o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), para detalhar o andamento da instalação da base de apoio marítimo da empresa em Itapemirim, localizada na região Sul do Espírito Santo. O empreendimento está na fase de licenciamento ambiental. Segundo o Secretário Estadual de Desenvolvimento, Márcio Félix, ele deve gerar cerca de mil empregos diretos e indiretos.</p>
<p>O investimento do grupo é de R$ 400 milhões. A base de apoio será a mais moderna do mundo, segundo Márcio Félix, com instalações e serviços de logísticas que podem ser comparados aos da Fórmula 1, no que diz respeito a agilidade na entrega de mercadorias para as plataformas.</p>
<p>&#8220;Essa empresa dá apoio oferecendo bens e serviços às plataformas, que são verdadeiras cidades no mar. Ela é uma espécie de supermercado que também presta serviço de manutenção no modelo de Fórmula 1; a embarcação entra e sai rápido, funcionando 24 horas sem parar.&#8221; , disse o secretário. Félix ainda afirmou que a expectativa de geração de empregos é ainda maior, visto que essa base de apoio vai atrair outros tipos de fornecedores para a região.</p>
<p>&#8220;É um investimento que nós chamamos de âncora porque ele atrai vários outros. O melhor em base de apoio offshore que podemos encontrar no mundo será em Itapemirim. Daqui vão sair mercadorias para todo litoral do Espírito Santo, Rio de Janeiro e até para países da África&#8221;, disse Felix.</p>
<p>Al. Willian Cavalcante</p>
<p><em><br />
<a href="http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/10/noticias/cbn_vitoria/reportagem/1004874-base-maritima-de-apoio-a-plataformas-vai-gerar-mil-empregos-em-itapemirim.html">Do site da CBN Vitória</a>, com algumas modificações.</em></p>
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		<title>Falta combustível no ES devido a condições meteorológicas</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 16:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adapt. Of. Al. Willian Cavalcante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde os dias 21 e 24 de agosto, os navios Lavras e Lages, respectivamente, estão impossibilitados de descarregar os combustíveis no Porto de Tubarão (Vitória-ES) para que sejam distribuídos nos postos de gasolina.
O evento vem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31780" class="wp-caption alignleft" style="max-width: 300px"><img class="size-medium wp-image-31780" title="Navio Lavras - Petrobrás" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/09/Lavras-300x225.jpg" alt="Lavras" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Lavras</p></div>
<p>Desde os dias 21 e 24 de agosto, os navios Lavras e Lages, respectivamente, estão impossibilitados de descarregar os combustíveis no Porto de Tubarão (Vitória-ES) para que sejam distribuídos nos postos de gasolina.</p>
<p>O evento vem ocorrendo devido a grande variação da maré (que chega a ser de 95cm) e a alta velocidade do vento, que atinge 70km/h. Estas embarcaçoes conseguem atracar no Porto com a variação da maré de, no máximo, 60cm.</p>
<p>Os navios mercantes retiraram o combustível da Refinaria Duque de Caxias (Reduque, RJ). O navio Lavras está carregado com mais de 30 mil m³ de combustíveis.</p>
<p>Alguns postos de gasolina já foram afetados por esse problema. Diante disso, a Petrobras Distribuidora informou que montou um esquema alternativo para levar diesel por via rodoviária e ferroviária e assim  amenizar os problemas com o desabastecimento.</p>
<p>Al. Willian Cavalcante</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Investimentos no setor naval</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 00:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Detoni</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Navios]]></category>
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		<category><![CDATA[navios]]></category>

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		<description><![CDATA[EMPRESAS PRIVADAS INVESTEM EM SETOR NAVAL BRASILEIRO
O grupo Hyundai, maior contrutor naval do planeta, anunciou na ultima terça (06/09) que unirá forças com a OSX, empresa de construção naval do grupo de Eike Batista, acreditando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; position: absolute; overflow: hidden;">EMPRESAS PRIVADAS INVESTEM EM SETOR NAVAL BRASILEIRO</div>
<div id="_mcePaste" style="left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; position: absolute; overflow: hidden;">O grupo Hyundai, maior contrutor naval do planeta, anunciou na ultima terça (06/09) que unirá forças com a OSX, empresa de construção naval do grupo de Eike Batista, acreditando na industria naval brasileira.O diretor da Hyundai Corporation afirmou que o grupo vê as novas oportunidades que se abrem com a exploração de petróleo em águas profundas e espera que o Brasil se torne uma potência no setro de energia.</div>
<div id="_mcePaste" style="left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; position: absolute; overflow: hidden;">Os investimentos são da ordem de 3 bilhões de reais e são destinados a construção do que vai se tornar o maior estaleiro das Américas: a Unidade de Construção Naval de Açu que está prevista para ser entregue até junho de 2014. O Fundo de Marinha Mercante financiará o projeto, com valores que podem chegar a R$ 2,7 bilhões.</div>
<div id="_mcePaste" style="left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; position: absolute; overflow: hidden;">Segundo a companhia, esse estaleiro vai gerar 4 mil empregos durante sua construção e 10 mil para a posterior operação. Há a estimativa de entrega de 7 plataformas FPSO e nove WHP (plataformas fixas para águas rasas) para a OGX, a empresa de Eike que explora petróleo. A mesma, que de início será a principal cliente do estaleiro, pretende encomendar 48 unidades offshore nos próximos dez anos a OSX.</div>
<div id="_mcePaste" style="left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; position: absolute; overflow: hidden;">A demanda por equipamentos offshore no Brasil já é a maior do mundo, segundo o diretor-financeiro e de relações com investidores da OSX, Roberto Monteiro, devido a descoberta de petróleo no pré sal.</div>
<p>O grupo Hyundai, maior construtor naval do planeta, anunciou na ultima terça (06/09) que unirá forças com a OSX, empresa de construção naval do grupo de Eike Batista, acreditando na industria naval brasileira.O diretor da Hyundai Corporation afirmou que o grupo vê as novas oportunidades que se abrem com a exploração de petróleo em águas profundas e espera que o Brasil se torne uma potência no setor de energia.<img class="alignleft size-full wp-image-31767" title="EIKE BATISTA" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/09/EIKE-BATISTA.jpg" alt="EIKE BATISTA" width="300" height="230" /></p>
<p>Os investimentos são da ordem de 3 bilhões de reais e são destinados a construção do que vai se tornar o maior estaleiro das Américas: a Unidade de Construção Naval de Açu que está prevista para ser entregue até junho de 2014. O Fundo de Marinha Mercante financiará o projeto, com valores que podem chegar a R$ 2,7 bilhões.</p>
<p>Segundo a companhia, esse estaleiro vai gerar 4 mil empregos durante sua construção e 10 mil para a posterior operação. Há a estimativa de entrega de 7 plataformas FPSO e nove WHP (plataformas fixas para águas rasas) para a OGX, a empresa de Eike que explora petróleo. A mesma, que de início será a principal cliente do estaleiro, pretende encomendar 48 unidades offshore nos próximos dez anos a OSX.<img class="alignright size-full wp-image-31768" title="osx" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/09/osx.jpg" alt="osx" width="350" height="245" /></p>
<p>A demanda por equipamentos offshore no Brasil já é a maior do mundo, segundo o diretor-financeiro e de relações com investidores da OSX, Roberto Monteiro, devido a descoberta de petróleo no pré sal.</p>
<p>Por Aline Detoni</p>
<p><img class="size-full wp-image-31766 alignleft" title="COMPLEXO INDUSTRIAL DO AÇU" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/09/COMPLEXO-INDUSTRIAL-DO-AÇU.jpg" alt="COMPLEXO INDUSTRIAL DO AÇU" width="267" height="189" /></p>
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		<title>Embarque Offshore &#8211; PSV PETREL</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 12:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;Escritor não definido&#62;</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[No último dia 17, os alunos Araujo, Santos, André Carvalho e Souza embarcaram no navio PSV PETREL, da empresa Wilson Sons, que estava atracado no Porto do Rio. O navio que tem por finalidade prestar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia 17, os alunos Araujo, Santos, André Carvalho e Souza embarcaram no navio PSV PETREL, da empresa Wilson Sons, que estava atracado no Porto do Rio. O navio que tem por finalidade prestar apoio a plataformas e navios sondas, conta com uma tripulação de 13 pessoas e  foi construído em 2009 pelo estaleiro da própria empresa no Guarujá.</p>
<p><a href="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13278.JPG" class="lightwindow"><img class="aligncenter size-medium wp-image-31395" title="SDC13278" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13278-300x225.jpg" alt="SDC13278" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O navio partiu na madrugada do dia 18 com destino a Bacia de Santos, onde realizou operações de carga e descarga de suprimentos, com a FPSO Angra dos Reis e a sonda de perfuração SS68. Os alunos puderam observar atentamente as manobras no passadiço realizadas pelo Comandante Villa Nova, e a prontidão da praça de máquinas efetuada pelo Oficial Superior de Máquinas Alcides.</p>
<p>A viagem teve duração de 3 dias, e com as operações realizadas e sem maior necessidade de apoio expedido pela PETROBRAS, os alunos regressaram no sábado dia 20 por volta das 13:00.</p>

<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13401/' title='SDC13401'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13401-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13401" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13382/' title='SDC13382'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13382-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13382" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13098/' title='SDC13098'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13098-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13098" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13101/' title='SDC13101'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13101-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13101" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13109/' title='SDC13109'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13109-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13109" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13106/' title='SDC13106'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13106-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13106" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13148/' title='SDC13148'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13148-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13148" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13121/' title='SDC13121'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13121-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13121" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13179/' title='SDC13179'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13179-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13179" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13264/' title='SDC13264'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13264-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13264" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13265/' title='SDC13265'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13265-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13265" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13266/' title='SDC13266'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13266-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13266" /></a>

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		<title>Conheça a Equipe Pelicano 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 22:35:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adapt. Al. Felipe Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[EFOMM]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[jornal pelicano]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma das reuniões da Diretoria do Jornal Pelicano com o Sr. Capitão de Fragata La Peña (Comandante do Corpo de Alunos da EFOMM), o mesmo sugeriu uma matéria apresentando os membros do Jornal aos nossos leitores. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left; "><a href="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/DSCF0168.JPG"></a>Em uma das reuniões da Diretoria do Jornal Pelicano com o Sr. Capitão de Fragata La Peña (Comandante do Corpo de Alunos da EFOMM), o mesmo sugeriu uma matéria apresentando os membros do Jornal aos nossos leitores. Esperamos que gostem!</p>
<p style="text-align: left; ">
<p style="text-align: left; "><img class="alignleft" title="Adapt. Of. Al. Bianca Barbosa" src="http://a2.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/269475_100671866696830_100002620501441_1815_4430880_n.jpg" alt="" width="217" height="162" /> <strong>NOME:</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>Bianca Barbosa</p>
<p style="text-align: left; "><strong>CARGO:</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>Presidente</p>
<p style="text-align: left; "><strong>ANO ESCOLAR E CURSO:</strong></p>
<p style="text-align: left; ">3° ano de Náutica</p>
<p style="text-align: left; "><strong>INFORMAÇÕES ADICIONAIS:</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>Membro mais ativa do Jornal, Bianca foi cotada para ser Presidente desde o 1° ano. Oficial Aluna, sempre consegue conciliar suas fainas na companhia com a administração do Jornal. Além disso, Bianca faz um ótimo trabalho como Adaptadora e secretária da comissão de formatura.</p>
<p style="text-align: left; "><img class="alignright" title="Adapt. Al. Felipe Costa" src="http://a5.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/37914_136161326431519_100001129570224_180228_2680449_n.jpg" alt="" width="224" height="221" /> <strong>NOME:</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>Felipe Costa</p>
<p style="text-align: left; "><strong>CARGO:</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>Vice-Presidente</p>
<p style="text-align: left; "><strong>ANO ESCOLAR E CURSO:</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>3° ano de Máquinas</p>
<p style="text-align: left; "><strong>INFORMAÇÕES ADICIONAIS:</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>Criativo e interessado, Felipe é o Vice-presidente do Jornal Pelicano e adaptador. Sabe fazer um bom gerenciamento de pessoal, destacando-se neste aspecto sua organização e apego a detalhes, essenciais para a manutenção do nosso Jornal. Foi também um dos responsáveis diretos pela edição dos exmplares  impressos em 2010.</p>
<p style="text-align: left; "><img class="alignleft" title="Adapt. Al. Affonso" src="http://a7.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/264318_1861425255189_1227677453_31603148_5734714_n.jpg" alt="" width="217" height="256" /><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong>NOME: </strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>Affonso</p>
<p style="text-align: left; "><strong>CARGO:</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>Editor-Chefe</p>
<p style="text-align: left; "><strong>ANO ESCOLAR E CURSO:</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>3° ano de Máquinas</p>
<p style="text-align: left; "><strong>INFORMAÇÕES ADICIONAIS:</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>Affonso também é Adaptador e desde o primeiro ano demonstrou capacidade para ser Editor-Chefe do Jornal, já que sempre teve  muita paciência na confecção dos encartes e ter amplo domínio do Português.</p>
<p style="text-align: left; ">
<p style="text-align: left; "><img class="alignright" title="Magalhães, Webmaster" src="http://images.orkut.com/orkut/photos/PQAAAJDYz9tCiCb8ewG511Vw5vMdvgNfmg8Neb4suzGT9u1uUZTKmBX6uzcAmqON7Ibk2BY24dk9CmZyaP0PvN-1tzUAm1T1UOnMVye6H0xvYHRtrh_HpOPY724I.jpg" alt="" width="221" height="246" /> <strong>NOME: </strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>Magalhães</p>
<p style="text-align: left; "><strong>CARGO: </strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>Webmaster</p>
<p style="text-align: left; "><strong>ANO ESCOLAR E CURSO: </strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>3° ano de Máquinas</p>
<p style="text-align: left; "><strong>INFORMAÇÕES ADICIONAIS:</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>Na hora de decidir quem seria o Webmaster da Equipe de 2011 não existiram dúvidas. É o aluno responsável pela manutenção do site, confecção das capas dos encartes e das futuras credenciais e do Pelicano Especial Adaptação.</p>
<p style="text-align: left; ">
<p style="text-align: left; "><strong><a href="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/DSCF0169.JPG" class="lightwindow"><img class="alignleft size-medium wp-image-31350" title="Secretários" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/DSCF0169-219x165-custom.JPG" alt="Secretários" width="219" height="165" /></a>NOMES: </strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong>Raquel Amorim, Areias e Aline Detoni</p>
<p style="text-align: left; "><strong>CARGO: </strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong></strong>Secretários</p>
<p style="text-align: left; "><strong>ANO ESCOLAR E CURSO: </strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong></strong>2° ano (Náutica, Máquinas e Máquinas respectivamente)</p>
<p style="text-align: left; "><strong>A EQUIPE:</strong></p>
<p style="text-align: left; ">MEMBROS ATIVOS<strong>: </strong>Souza, Ofrede, Camila Paulino, Willian Cavalcante, Taranto, Ísis Suzanno, Rhavine e Lis</p>
<p style="text-align: left; ">COLABORADORES:<strong> </strong>Michelle, Robson, Dos Anjos, Charles e Bonfadini</p>
<p style="text-align: left; ">
<p style="text-align: left; ">Toda a equipe do Jornal Pelicano agradece pela visita! É graças a vocês o sucesso do nosso site!</p>
<p style="text-align: left; ">Por Adapt. Al. Felipe Costa e Al. Raquel Amorim.</p>
<p style="text-align: left; ">
<div id="attachment_31358" class="wp-caption alignleft" style="max-width: 1024px"><a href="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/DSCF0168.JPG" class="lightwindow" caption="Da esquerda pra direita: Dos Anjos, Taranto, Robson, Willian Cavalcante, Charles, Ofrede, Felipe Costa, Bianca Barbosa, Michelle, Aline Detoni, Camila Paulino, Areias, Raquel Amorim, Rhavine, Ísis Suzanno, Moulin, Magalhães, Lis e Affonso"><img class="size-full wp-image-31358" title="Equipe Pelicano 2011" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/DSCF0168.JPG" alt="Da esquerda pra direita: Dos Anjos, Taranto, Robson, Willian Cavalcante, Charles, Ofrede, Felipe Costa, Bianca Barbosa, Michelle, Aline Detoni, Camila Paulino, Areias, Raquel Amorim, Rhavine, Ísis Suzanno, Moulin, Magalhães, Lis e Affonso" width="1024" height="768" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda pra direita: Dos Anjos, Taranto, Robson, Willian Cavalcante, Charles, Ofrede, Felipe Costa, Bianca Barbosa, Michelle, Aline Detoni, Camila Paulino, Areias, Raquel Amorim, Rhavine, Ísis Suzanno, Moulin, Magalhães, Lis e Affonso</p></div>
<p style="text-align: left; ">
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		<title>Marinha Mercante ecossustentável</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 12:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Detoni</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ideias]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Navios]]></category>
		<category><![CDATA[grandes empresas]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[navio]]></category>
		<category><![CDATA[navios]]></category>
		<category><![CDATA[propulsão]]></category>

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		<description><![CDATA[Novas tecnologias que preservam o meio ambiente surgem a dia no mundo. A Marinha Mercante não fica pra trás...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As discussões ambientais estão aquecidas nos dias de hoje. <img class="alignright size-full wp-image-31333" title="Navio Híbrido" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/Sem-título2.jpg" alt="Navio Híbrido" width="425" height="263" /> Os governos vêm investindo em fontes de energia renováveis e as “empresas-verdes” estão crescendo. Os carros movidos a energia elétrica já são uma realidade no mundo e em breve chegarão ao Brasil. Essa é uma forma de reduzir a emissão de gases do meio de transporte mais poluente. No entanto, o transporte aquaviário, apontado como solução para o transporte de carga, também é poluente e vem sendo alvo de investimentos no setor ecossustentável.<br />
O primeiro navio híbrido do mundo já é uma realidade, o Dorothy Carolyn, que opera no sul da Califórnia. A Companhia Foss Maritime (norte-americana) já idealiza um rebocador híbrido, baseado no sucesso do Dorothy Carolyn, que se chamará Foss Campbell. Segundo a empresa, o navio irá economizar cerca de 100 mil litros de óleo diesel por ano.<br />
<img class="alignleft size-medium wp-image-31332" title="Ro-Ro" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/Sem-título-300x183.jpg" alt="Ro-Ro" width="300" height="183" />Além disso, a MOL (Mitsui O.S.K Lines), maior armador japonês, está desenvolvendo um navio de Ro-Ro que será capaz de captar energia solar enquanto atracado, não havendo a necessidade de gerar energia utilizando óleo Diesel. Os painéis solares serão instalados no convés, que tem uma grande área livre, e podem gerar até 160kW. Já as baterias, são de íon-lítio, capazes de armazenar 2,2 MWh e são instaladas na popa da embarcação, substituindo o lastro fixo, o que não altera a quantidade de carros que o navio pode carregar.</p>
<p>Esse ano, tornou-se mundialmente conhecida uma tecnologia que confeccionou uma <img class="alignright size-full wp-image-31331" title="pipa" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/pipa-1.jpg" alt="pipa" width="282" height="290" />&#8220;pipa&#8221; gigante que auxilia na propulsão de navios mercantes, ao captar a energia dos ventos, que em locais como o mar do Norte podem diminuir em até 30% do consumo de combustível quando navegando por estes locais.<br />
Esses são apenas exemplos de investimentos que podem reduzir, ou eliminar em algumas situações, a emissão de gases poluentes em navios mercantes, ajudando na preservação do planeta.</p>
<p>Por Aline Detoni</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O céu (?) dos navios</title>
		<link>http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/o-ceu-dos-navios/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 20:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Detoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Navios]]></category>
		<category><![CDATA[cemitérios de navios]]></category>
		<category><![CDATA[navios velhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um navio é construído, navega por décadas, serve a diferentes fins, mas e depois? E quando a tecnologia já está ultrapassada e a estrutura comprometida? Para onde vão os navios que não servem mais? Mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um navio é construído, navega por décadas, serve a diferentes fins, mas e depois? E quando a tecnologia já está ultrapassada e a estrutura comprometida? Para onde vão os navios que não servem mais? Mesmo num navio velho, que já não serve mais para a nav<img class="alignleft size-medium wp-image-31085" title="shipbreaking Chittagong (3)" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/shipbreaking-Chittagong-3-300x149.jpg" alt="shipbreaking Chittagong (3)" width="300" height="149" />egação, há muito que se aproveitar. Existem lugares no mundo onde se realiza essa atividade de desmanche de navios “inservíveis”. São principalmente localizados em países subdesenvolvidos, uma vez que desmanchar um navio em um país desenvolvido pode ser mais caro do que construir um novo. Nesses cemitérios de navios, retira-se tudo. O ferro é utilizado para a fabricação de aço, e os equipamentos de navegação são vendidos para colecionadores ou mesmo para substituição em outros navios ainda em atividade, formando assim, um forte comércio ao redor da região. Esses países, como Bangladesh, por exemplo, 80% do ferro que abastece as indústrias siderúrgicas do país é proveniente de sucata de navios desmanchados em locais como Chittagong, por exemplo. Estima-se que essa atividade envolva cerca de 3 milhões de pessoas no país. O grande problema é que o desmanche normalmente é realizado apenas com a força humana, uma vez que nesses lugares é mais barato pagar dez empregados do que comprar um guindaste. As pessoas que fazem essas atividades não usam os equipamentos adequados e muitas se ferem seriamente. Além disso, o óleo é despejado no mar, poluindo o local e deixando a o ambiente horrível. Na verdade, o cenário é do inferno dos navios!</p>

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<p>Por Aline Detoni</p>
<p>Fonte: http://www.blogmercante.com/2010/09/fotos-o-inferno-tem-nome-se-chama-chittagong/</p>
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